sexta-feira, 8 de março de 2019

Ecos de inicio de ano!!!

Queridos leitores, este inicio de ano foi de grande movimentação no nosso Seminário Maior e você que reza por nós e nos ajuda, faz parte dessa história. 


Nos dias 19 a 22 de janeiro celebrou-se o Tríduo e Solenidade de São Vicente Pallotti, Fundador da União do Apostolado Católico, na Região Mãe da Misericórdia.



Durante os dias do tríduo, presidido pelo reitor do Seminário Maior Palotino Pe. Daniel Rochetti, foram meditados alguns aspectos da vida e da pessoa de Pallotti.

Na solenidade do Fundador, 22, ocorreu às 10h a missa no Seminário Maior Palotino, que contou com as presenças dos padres Estevão LewandowskiSAC (Superior Regional), João Sopicki SAC, Tadeu Domanski SAC, Paulo KowalczykSAC (Diretor Espiritual do Seminário), e demais membros da comunidade. Em sua homilia, Pe. Estevão ressaltou que devemos recordar diariamente como está o nosso seguimento a Jesus Cristo, seguindo o exemplo de São Vicente. Disse que cotidianamente, como consagrados palotinos, devemos viver o nosso princípio e fundamento que é a Maior Glória de Deus, a nossa santificação pessoal e santificação pessoal do nosso próximo; exercer a Caridade Cristã; a Vida de Oração e Vida de Comunidade.


Nessa missa houve também a abertura oficial do ano formativo; a acolhida dos novos membros da comunidade, os noviços Fabrício Figueiredo, Júlio Henrique dos Santos e Rafael Rios, e o anúncio do período missionário do Ir. Elson Carvalho no México e do ano pastoral do Fr. Bruno Gonzales em Itaperuna.



                                                                              Nov. Rafael Rios

No dia 02 de fevereiro a Igreja celebra a Festa daApresentação do Senhor e também o dia da Vida Consagrada.
Em nossa Região Mãe da Misericórdia esse dia foi marcado por uma profunda e sincera alegria, pois ocorreu a primeira consagração do Nov. Hugo Magno de Carvalho Santos e a renovação das promessas do Irmão Élson Carvalho SAC e dos Fratres Bruno Bauer SAC, Marcelo Rodrigues SAC, Bruno Gonzalez SAC e Felipe Oliveira SAC. A consagração se deu na Missa Festiva da Apresentação do Senhor, iniciada às 10h com a bênção e procissão das velas, que saiu de frente do nosso Seminário Maior Palotino em direção ao Santuário da Divina Misericórdia.


A missa foi presidida por nosso Vice Superior Regional, Pe. Josiel Azevedo, e contou com a presença de outros sacerdotes de nossa Região, das Irmãs Palotinas (CSAC), dos consagrados de outras comunidades e demais membros da União do Apostolado Católico e do Povo de Deus. 






Exortou-nos o Pe. Josiel em sua homilia dizendo que:

“Na primeira leitura de hoje, tirada da Carta de São Paulo aos Hebreus, Deus nos diz: ‘Visto que os filhos têm em comum a carne e o sangue, também Jesus participou da mesma condição’. (Hb 2,14). Aqui podemos compreender um convite de Deus para vermos que Jesus quis se assemelhar a nós, e, que os membros da vida consagrada, ao emitirem sua consagração, se propõem a vivenciar ainda mais as coisas de Deus.” Pe. Josiel lembrou-nos também que “o hábito palotino é uma forma de demonstrar o compromisso feito a Deus, porém, não devemos esquecer que o consagrado,em primeiro lugar, é o que deve ter a consciência de que um dia ele esteve diante de Deus e assumiu o compromisso de ser luz para iluminar a vida de muitos.”. 

Após a celebração tivemos a oportunidade de estar com todos em uma deliciosa confraternização.



Oração
Queridos irmãos e irmãs em Cristo, peçamos a Deus, neste momento de imensa alegria, pelas vidas de cada um destes jovens que, retirados do seio de suas famílias, estão sendo preparados para o anúncio do Evangelho. Que através da vivencia das seis promessas professadas na consagração, (Castidade, Pobreza, Obediência, Perseverança, Comunhão de Bens, Espírito de Serviço), como é o desejo do nosso Pai fundador São Vicente Pallotti, sejam eles fieis imitadores de Cristo e verdadeiros propagadores da fé cristã. Assim como o próprio Menino Jesus em sua Apresentação no Templo se mostrou claramente a Simeão, por meio do Espirito Santo, como a salvação e a luz do mundo, vivam eles também exalando sempre o aroma salvífico da presença e do amor de cristo por onde passarem, confiando sempre no Deus de Amor que não só promete, mas cumpre as suas promessas.
Pois, tendo Ele próprio sofrido ao ser tentado, é capaz de socorrer os que agora sofrem a tentação. (Hb 2,18)





Nov. Júlio Henrique

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Uma apóstola incansável...



Elisabetta Sanna foi uma das poucas pessoas que verdadeiramente entendeu o que era viver o Apostolado Católico, como Deus inspirou no coração de São Vicente Pallotti. Ela realizou a sua vocação ao Apostolado Católico, assumindo a vida e a missão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Sua vida foi um apostolado e o apostolado foi sua vida. Não é um simples jogo de palavras, mas uma definição aproximada da vida de uma mulher pobre, deficiente, leiga, analfabeta, que não se importou com nenhum rótulo que os outros colocaram nela, não se escondeu atrás dos seus problemas e limitações, mas usou-os como instrumentos de evangelização e de santificação.
Elisabetta Sanna nasceu em 1788, numa ilha italiana. Aos três anos de idade contraiu varíola e perdeu o movimento de um dos braços e o outro ficou limitado. Mesmo com essa deficiência, ela fazia tudo que podia pela evangelização e a santificação de todos que estavam a sua volta. Em 1831, chegou a Roma e conheceu o Padre Vicente Pallotti, o qual se tornou seu diretor espiritual e amigo de santidade.
A amizade entre Pallotti e Elisabetta não tem grande documentação que a detalhe, mas pode-se acreditar que a amizade dos dois foi altamente espiritual, pois foi o encontro de duas pessoas enamoradas pelo mesmo Amor. Elisabetta entendeu o que o Amor Infinito fez com Pallotti e o que inflamava o seu coração; ela entendeu sem grandes explicações o que Pallotti pretendia com a fundação da UAC e assumiu o papel de exemplo prático de como ser uma verdadeira “palotina”.

Elisabetta foi uma apóstola incansável! Realizou o seu apostolado orientando, evangelizando, orando e trabalhando. Conservou um espírito dinâmico, alegre, mesmo com tantos problemas, como a saudade de seus filhos e sua terra natal. Foi uma mulher de adoração, dando o grande exemplo, que não existe apostolado sem contemplação, sem uma intimidade com o Amor Infinito. Foi uma filha fiel de Maria, e como filha aprendeu o silêncio, o serviço, a pureza da Mãe. Elisabetta tinha a sensibilidade com os filhos de Pallotti como a Virgem Maria teve com os Apóstolos. Tanto, que eles a chamavam de “Mama Sanna”. Serviu aos mais pobres e abandonados, enxergando neles o próprio Jesus. Ela foi tudo para todos.
Elisabetta foi beatificada no ano de 2016 e sua memória é celebrada no dia 17 de fevereiro, data da sua grande peregrinação ao Santuário dos Céus, onde adora ao Deus, Uno e Trino, não mais escondido nas Espécies Eucarísticas, mas em sua Glória sem véu.



Rezemos pedindo a intercessão da nossa querida Beata nas adversidades da vida.
Elisabetta Sanna durante a vida foi uma grande intercessora e no céu não é diferente. Peçamos a sua intercessão nas causas mais difíceis do nosso apostolado, nos serviços pastorais, quando estivermos desanimados e com vontade de largar tudo, recorremos a Apóstola Incansável:
Santíssima Trindade, que de modo admirável enriqueceste nossa irmã Elisabetta Sanna de sabedoria, conselho e fortaleza, fazei com que a Santa Igreja a venha glorificar entre os bem-aventurados e por sua intercessão conceda-me a graça (diz o pedido) que cheio de confiança vos imploro. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.
Reza-se o Pai-Nosso, Ave-Maria e o Glória ao Pai

Ir. Elson Carvalho, SAC.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

PALHAÇADA SAGRADA?


     


Quero falar sobre a piedade popular, dos perigos a que ela está sujeita, dos sacramentais, e por fim, do perigo de transformar a piedade popular e os sacramentais em uma palhaçada sagrada. Pois, observando, as atitudes de não poucos cristãos católicos e evangélicos, como também, de certos líderes religiosos, fico atônito vendo com quanta facilidade e rapidez a piedade popular e os sacramentais se confundem com a superstição.

Para compreender tudo isso, antes de mais nada, o meu respeitável leitor precisa saber; O que é piedade popular? A piedade popular ou religiosidade popular que, além das orações, cantos, festas, abrange também: gestos, objetos, símbolos e bênçãos, podemos considerar como um verdadeiro tesouro do povo de Deus. Mas, nem sempre, estas práticas tem as suas raízes na revelação cristã, na Bíblia. A piedade popular, pode correr o perigo de tornar-se um conjunto das superstições, se ignorar a importância salvífica de Ressurreição de Cristo, a pertença à Igreja, a importância do Espírito Santo, a convicção da absoluta soberania de Jesus Cristo, o contato direto com a Sagrada Escritura, a vivência da vida sacramental, e da Palavra de Deus. A falta desses elementos na religiosidade popular pode levar as pessoas, ou líderes religiosos, à utilização de sinais, gestos, objetos, bênçãos, fórmulas e festas, à procura do espetacular, e em casos extremos, levar até mesmo à superstição, à magia, ao fatalismo e à charlatanismo.
     A piedade popular é a interpretação e vivência popular dos mistérios da nossa salvação, então, devemos respeitá-la, pois, é o nosso patrimônio cultural e espiritual; mas quando ela ultrapassa limites e transforma-se numa simples superstição ou magia, precisa ser, pacientemente, “evangelizada”, ou seja, alimentada com a palavra do Evangelho, para libertá-la dos seus defeitos, desvios e, assim, ser purificada.

     Agora: O que são os sacramentais?. A Igreja católica tem sete sacramentos, a saber: o Batismo, a Crisma, a Eucaristia, o Matrimônio, a Reconciliação, a Unção dos Enfermos e a Ordenação Sacerdotal,  instituídos por Cristo ao longo da sua vida pública. Além disso, há os sacramentais, instituídos pela Igreja e não pelo Cristo. São sinais e gestos sagrados que, têm certo parentesco com os sacramentos. Desde a antiguidade, costuma-se na Igreja benzer pessoas, água, lugares, alimentos, objetos, exorcizar e consagrar. Os sacramentais não conferem a graça do Espírito Santo à maneira dos Sacramentos, mas pela oração da Igreja preparam para receber a graça e ajudam a cooperar com ela. Os sacramentais, então, não salvam, pois, só Jesus é Salvador. Água benta, por exemplo, que é um sacramental, não salvou ainda a ninguém. Ela, apenas, lembra o nosso batismo, e esse é o significado correto dela, ela nos prepara para receber a bênção maior que vem de Deus, desde que haja conversão e a vivencia da fé. A bênção da casa com água benta não significa que o Senhor com a sua proteção estará aí. Pois, se não houver a conversão da família, adesão dos membros da família a Deus e à sua Palavra, se não houver a mudança do comportamento, aí não adianta jogar nem “carro- pipa de água benta”. O Senhor, sim, nos abençoa, mas Ele quer a nossa colaboração, adesão e conversão. Há católicos e evangélicos que, caem na tentação de procurar uma salvação barata, uma solução imediata de seus problemas, e começam a divinizar as bênçãos e consagrações, atribuindo a elas os poderes extraordinários e mágicos, transformando-as em uma magia.  A piedade popular e os sacramentais andam de mãos dadas, mas não podem ser divinizados.

     De vez em quando, assisto na televisão aos cultos em algumas igrejas neopentecostais que temos no Brasil, e me assusto com tamanha palhaçada “sagrada” em algumas delas. Há uma igreja, com programa diário na TV que, durante os seus cultos, distribui para as pessoas: azeite consagrado, para temperar a salada e assim espantar o demônio da casa; martelo consagrado, para, ao bater com ele em casa, acabar com a injustiça; pente consagrado, para, ao pentear-se, atrair as bênçãos; caneta consagrada, para fechar grandes negócios; chave consagrada, para abrir bom negócio; talco de amor, para se casar; celular consagrado, para ouvir sempre as boas noticias; perfume de amor, para apimentar o relacionamento conjugal; rosa branca, para abençoar a casa; perfume de maravilhas, para atrair as bênçãos; sabonete consagrado, para se banhar de graças, vassouras consagradas, para varrer o mal da casa, etc., etc. Os cultos se transformam em verdadeiras seções de PALHAÇADA “SAGRADA!” e comércio "sagrado".
As pessoas induzidas pelos líderes cegos e gananciosos caem na tentação e descarregam a sua confiança em objetos, em vez de, no Senhor. Há, também, outra igreja por aí, onde as mulheres, desconfiando da fidelidade do marido, levam a roupa íntima dele junto com a roupa de cama, para serem exorcizadas. O pastor coloca tudo no altar improvisado e expulsa o demônio da infidelidade da cueca do marido. Um circo sagrado desses, (piedosamente chamado de “exorcismo”) eu já vi, também, numa das igrejas católicas, aqui, no Rio de Janeiro. Há também adeptos da macumba sagrada na Igreja Católica. Basta entrar numa igreja para, logo na entrada, encontrar inúmeras correntes de orações com as fitas que garantem milagres, curas e libertações.  É uma vergonha, como diria Boris Casoy, e eu, como padre, repito: é uma macumba sagrada dentro da casa do Senhor!

      Meu amável leitor! O que importa na nossa vida cristã é a fé, a conversão diária, a nossa entrega a Deus. Não são os objetos, nem mesmo os sacramentais que nos salvam, mas somente Cristo, cujo nome é Jesus, que significa, Deus salva. Para nós, católicos, as bênçãos, as consagrações, as orações, ladainhas, novenas, trezenas, procissões, a água benta, e tantos outros sacramentais, não têm poder de comprar o céu, mas são, apenas, ponteiros que apontam para Deus. Não podemos negar da interferência sobrenatural de Deus na vida das pessoas através deles, porém, como cristãos devemos ter a consciência da absoluta soberania de Jesus Cristo e do seu mistério.  Sem dúvida, nós precisamos deles, mas, quando todas estas coisas se tornam meios para “comprar o céu” e garantem, cá para nós, a salvação,  merecem a critica e a condenação.
   Pe. Paulo Kowalczyk, sac



sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

1 º Encontro de Irmãos Palotinos da América Latina no Rio de Janeiro





“Mas vós não façais chamar rabi, porque um só é vosso preceptor, e vós sois todos irmãos” (Mt 23, 8) 

Aconteceu na cidade do Rio de Janeiro, entre os dias 9 e 12 de janeiro, o primeiro encontro de irmãos palotinos da América Latina, refletindo sobre o processo de revitalização da identidade e missão de irmão palotino no contexto latino-americano. Alguns conceitos perpassaram o encontro e ajudaram a dar um norte aos participantes: fascinar, escutar, discernir e converter.



O encontro aconteceu num espírito de fraternidade e belíssima convivência entre os irmãos. Com muitos testemunhos que iluminaram a construção do perfil do atual irmão palotino. Refletiu-se sobre a identidade do irmão palotino e como os irmãos da América Latina testemunham a vivência desta identidade. O desejo de servir e abertura da missão foram predominantes entre os irmãos.




Participaram do encontro: Ir. Magno, SAC e o Ir. Fernando, SAC (Província São Paulo Apóstolo); Ir. Leandro, SAC e o Ir. Aquino, SAC (Província Nossa Senhora Conquistadora); Ir. Victor, SAC (Região Nossa Senhora de Luján); Ir. Elson, SAC (Região Mãe da Misericórdia).


                                                                                 Irmão Elson Carvalho, SAC






quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Oitavário da Epifania



                 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Oitavário da Epifania (Rio de Janeiro)


Hoje dia 6 de janeiro, Solenidade da Epifania do Senhor, teve início as celebrações do Oitavário da Epifania na Paróquia São Roque. As atividades se iniciaram com o terço mariano as 18h30min, conduzido pela Sra. Zulmira Marques, membra da União do Apostolado Católico (UAC). Rezamos de modo especial pelos nossos desempregados, pedindo ao menino Jesus Luz do mundo, que guiem essas pessoas aos caminhos certos, dando-lhes paz e segurança em suas vidas. A Santa Missa teve início às 19h, sendo presidida pelo Bispo emérito do Rio de Janeiro, Dom Assis. Contando ainda com a presença do Diácono César e do nosso pároco Padre Marcos, além da Sra. Dayse, vice-presidente da UAC a nível nacional e membra da Pia União residente na cidade Manaus, onde é grande incentivadora do Oitavário. Na assembleia reunida se podia notar o fervor e a devoção ao menino Deus, e a presença de muitos membros da comunidade paroquial e alguns visitantes. Quando ao fim da missa foram convidados a venerar com a imagem do recém-nascido Rei do Universo, como era o costume no tempo de São Vicente Pallotti; foi perceptível a comoção de algumas pessoas.








fonte: PASCOM (Paróquia de São Roque)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Oitavário da Epifania 2019

Paróquia de São Roque 
Rua Namur 373 – Vila Valqueire – Rio / RJ

06 a 13 de Janeiro de 2019
Celebrações às 19h (Santo terço às 18h30min).
O que é?
A UAC (União do Apostolado Católico - obra palotina) convida para a festa da unidade de todos os povos em Cristo.
A Epifania é a manifestação de Jesus a todos os povos. “É o chamado luminoso da estrela que convoca todas as almas a se prostrarem diante de Jesus para adorá-Lo”. São Vicente Pallotti queria que todos escutassem este chamado, se convertessem e fossem salvos. Na Epifania celebramos o motivo pelo qual Ele se encarnou: a salvação de TODOS os povos.
No Oitavário da Epifania são celebradas - durante os oito dias que seguem a festa da Epifania - missas em diversas línguas e ritos católicos. A principal ideia do Oitavário é apresentar essa diversidade que existe dentro da Igreja, do Cristo que vem para salvar o povo de Deus - o povo escolhido - mas que se revela também àqueles magos estrangeiros, que não estavam entre o povo escolhido, mostrando a universalidade da salvação. Pallotti conseguiu perceber um traço de unidade na rica diversidade da Igreja: apesar de seus diversos carismas, ritos e línguas, permanece sempre presente a “força geradora de unidade do corpo de Cristo”. Ele queria, com estas celebrações - que acontecem desde 1836 - anunciar a “Unidade na Caridade”.
A cada dia teremos celebrações em línguas e ritos distintos, um tema diferente abordado e rezaremos por uma intenção específica.
Esperamos vocês!!!