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segunda-feira, 11 de junho de 2018

A Vocação do leigo ao apostolado segundo São Vicente Pallotti


De acordo com a visão de São Vicente Pallotti, o apostolado não é privilégio ou monopólio nas mãos de alguns, mas é propriedade de todos os cristãos[1]. Todos são chamados ao apostolado, e assim, obrigados pelo mandamento da caridade, a procurar a própria salvação e a salvação eterna do próximo[2].
Para propagar a fé e reacender a caridade em todo o mundo, São Vicente Pallotti faz uma proposta inovadora em seu tempo: “convidar também os leigos” de qualquer estado de vida, grau de instrução, profissão e condição social, a assumirem o apostolado na Igreja de Jesus Cristo[3]. Esses, animados de verdadeira fé e caridade cristã, e utilizando-se dos meios temporais, com ações específicas em seu campo de trabalho, são convidados a serem verdadeiros cooperadores para o crescimento do Reino de Deus. Pallotti se dirige ao Povo, propondo uma adesão de todos a assumirem a missão de cooperadores na missão salvífica[4]. Os leigos deveriam ser agentes ativos e não receptores passivos, destinatários da Evangelização, pois também eles, pelo batismo são apóstolos.
Em sua vida pessoal, São Vicente Pallotti já havia realizado de maneira dinâmica e eficaz a experiência apostólica, e sentia a necessidade de expandir essa missão e de envolver a todos na busca da própria santificação e a santificação das almas. Motivando os leigos a assumir o apostolado Católico, Pallotti não somente adverte sobre a falta de operários para promover a fé onde ainda não existe, mas, em unir as forças para reavivá-la e reforçá-la entre os cristãos. Pallotti encontra um lugar para cada cristão na Ação Evangelizadora, mas enfatiza com veemência, que as ações devem ser realizadas em unidade e não isoladamente. Segundo São Vicente, não existe obra mais agradável a Deus, que cooperar para a realização da Sua vontade na salvação de todos. Pallotti exorta a todos a compreenderem sua vocação particular e a fazer parte dessa obra, realizando com amor e generosidade o Projeto de Salvação, iniciado pelo Senhor.
O Apostolado Católico de Pallotti é uma manifestação visível do chamado de Deus a reunir todos os cristãos, não em vista de uma organização, mas em vista primeiramente, de um empenho pessoal, no qual cada pessoa motivada pelo amor de Cristo e pelo desejo de salvação do próximo, se esforce o máximo possível em fazer de sua vida um sinal visível e eficaz de cooperação do plano salvífico de Deus.
                                                                                                                                                             Pe. Elmar Neri Rubira, SAC






[1] Cfr. OOCC III, p. 139.
[2] Cfr. OOCC IV, p. 4.
[3]Cfr. OOCC 145-146.
[4] Cfr. OOCC IV, p.119.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Discernimento Vocacional

          No dia de hoje, 31 de agosto, último dia do mês considerado das vocações, queremos partilhar um pouco com vocês qual a visão sobre o discernimento vocacional e a verdadeira vocação segundo Pallotti, já encontrado em nossa Ratio Institutionis:
          "A prática do discernimento nasce no Antigo Testamento e se recomenda no Novo Testamento, principalmente em S. Paulo e S. João. O apóstolo João, na sua primeira carta, põe em guarda os cristãos no sentido de que adquiram uma atitude crítica diante das inspirações: “Caríssimos, não acrediteis em qualquer espírito. Examinai primeiro se os espíritos são de Deus” (1Jo 4,1). Nas cartas de S. Paulo encontra-se todo um processo de discernimento da vocação:
          a. Deus dá a certeza da vocação divina: “Quando aprouve àquele que me reservou desde o seio de minha mãe e me chamou por sua graça, para revelar seu Filho em minha pessoa” (Gl 1,15);
          b. Tal chamado deve ser verificado pela comunidade eclesial e pelos seus responsáveis: “Três anos depois, subi a Jerusalém para conhecer Cefas e fiquei com ele quinze dias” (Gl 1,18). Portanto, dentre os critérios, mediante os quais pode-se ter certeza de que uma determinada inspiração provém realmente de Deus, há “o imediatismo de Deus na docilidade eclesial” e “a escuta de Deus na vida pessoal passa necessariamente através da mediação da igreja, na leitura dos sinais dos tempos da sociedade em que se vive”. Aliás, S. Paulo encoraja os Efésios: “Não sejais imprudentes, mas procurai compreender qual seja a vontade de Deus” (Ef 5,17). Entre os sinais que confirmam a vontade de Deus temos a experiência: da assim chamada consolação na oração, de um gosto ou então de uma inclinação para as coisas de Deus, e de um desejo de servi-lo na Igreja de Jesus Cristo.
          Se a palavra discernimento significa “provar”, “experimentar”, “examinar”, ela nos introduz na natureza deste período da formação palotina. É preciso um tempo para provar, experimentar ou examinar o candidato à Sociedade:
          a. a ver se, nele, vêm à tona os sinais de uma vocação à vida consagrada na Sociedade do Apostolado Católico;
          b. se existem as condições fundamentais de saúde, capacidade intelectual, espiritual e moral, necessárias para seguir na vida consagrada;
          c. se e quais sejam as circunstâncias que possam tornar difícil o processo;
          d. Se ele é chamado a seguir Jesus, o Apóstolo do Eterno Pai, na Sociedade e na União;
          e. se e qual ajuda a Sociedade possa oferecer ao jovem para ele entender o sentido de sua vida e descobrir a sua vocação de filho de Deus.
           A vocação é um dom de Deus, mas é também um compromisso da pessoa. Pallotti gostava de falar de correspondência à vocação. ("Corresponder com humildade e gratidão ao divino chamado" - OOCC X, p. 584). Pedia perdão a Deus por sua “pouquíssima correspondência à vocação” (OOCC X, p. 582). Julgava que para ser padre era preciso ter uma vocação (“Vou implorar ao Senhor que não permita que eu, ou outros, entrem para o Ministério Eclesiástico se não são chamados, e que aos que nele já estão os santifique, e que torne chamados aos não chamados, e santifique e faça com que correspondam à vocação os verdadeiramente chamados” - OOCC X, p. 562). Ele falava também do “espírito de sacrifício”, que pertence à vocação (“E, como Nosso Senhor Jesus Cristo entrou no mundo, viveu e morreu com o espírito de sacrifício, assim, com maior perfeição que os leigos devem entrar no Santuário com o espírito de sacrifício” – OOXX I, pp. 157-158.) , enumerando os autênticos sinais dela: “verdadeiro talento, índole admiravelmente antecedida pela graça, inclinação decidida pelo Santuário, e... todas as outras qualidades virtuosas e favoráveis, de que se adornam os que dão fundada esperança de poder chegar a ser ótimos operários evangélicos”.


sábado, 29 de abril de 2017

Encontro Vocacional de Abril

          No final de semana passado, dedicado à Divina Misericórdia, ocorreu no Seminário Maior Palotino, o Encontro Vocacional mensal. Tivemos a presença de diversos vocacionados, dentre eles, Alessandro Albert, que partilhará um pouco para nós como está sendo a sua experiência com a Comunidade Palotina.

          “É com grande apreço que me disponho a escrever para este canal. Primeiramente, se faz necessário, agradecer pela acolhedora e atenciosa recepção com a qual me têm prestado essa comunidade religiosa. E é com enorme regojizo, que venho falar um pouco de mim e, enquanto vocacionado, ao longo dos encontros direcionados.
Sendo eu, de família católica, graças a Deus, pude, desde berço, conhecer a sã doutrina que me fora ensinada como alicerce de minha fé. Tal como cristão, recebi os sacramentos segundo as determinações da Santa Madre Igreja. Deste modo, cresci em idade e fé conforme os preceitos de nosso Senhor, ora participando do santo sacrifício, ora em retiros de oração e penitência.
Todavia, assim permaneci até aproximadamente os 25 anos quando,  fui sobrepujar o, mais pelas coisas mundanas  do que as da fé, portanto, o resultado se torna evidente: mergulhei em meio a curiosidades tendo por vistas os contentamentos pueris motivados por ambições desregradas, chegando a frequentar diversas seitas profanas. Contudo, foi mediante atos sacrílegos com a qual me  fora mostrado numa dessas seitas, que Deus me despertou e me fez enxergar o quão grave estado eu me encontrava.
Daí então, pela graça, retornei à Igreja, porém , com um sentimento que me fizera necessariamente pensar profundamente pelo sacerdócio. A partir disso, fui orientado pelo meu pároco a participar de encontros vocacionais. E, assim, pude conhecer a maravilhosa Comunidade Palotina, no Rio de Janeiro. No qual, me tem prestado verdadeiro auxílio por amor e caridade. Trata-se de um lugar concomitante saudável que exala: santidade, organização, amor, amizade, respeito etc...
Sinto-me muito feliz por estar fazendo parte dessa família, desejando ser um seminarista.  Gostaria de agradecer a todos: sacerdotes, seminaristas e vocacionados.”
Desse modo, pedimos a oração de todos pelos vocacionados, para que eles estejam submergidos na graça de Deus e realizem um discernimento profícuo. E Nosso Senhor Jesus Cristo, com a intercessão de Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos e Nosso Pai, São Vicente Pallotti, vos inspirem à uma vida de santidade.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Sei que terei mais...


          Neste último sábado (01), os formandos palotinos da Região Mãe da Misericórdia – RJ, se reunião no “Cenáculo Mãe do Divino Amor” em Guapimirim para realizar o retiro mensal.

          Obtivemos a graça de ter o nosso confrade, Pe Daniel como pregador deste retiro. No qual nos propôs como tema a ser meditado a seguinte frase de nosso fundador, São Vicente Pallotti: “Meu Deus, eu te peço mais; eu te peço a graça de que o meu entendimento esteja sempre ocupado em conhecer-te melhor e que o meu coração esteja sempre ocupado em experimentar o teu amor e tua compaixão.”

          Pe Daniel nos fez refletir, a partir desta frase de nosso fundador, características próprias do santo que servem de exemplo aos seus herdeiros. No carisma palotino, não temos a possibilidade de chegarmos ao final, a um ponto último, acabado. Pelo contrário, São Vicente nos convida a almejar mais, querer sempre mais, somos incompletos, somos homens sedentos, que buscam a Deus constantemente, nunca estamos preenchidos, satisfeitos totalmente.

          Em um segundo aspecto, tivemos como pano de fundo a espiritualidade quaresmal. Deste modo, destaca-se o Evangelho de São João. Este, um pouco mais diferente dos sinóticos, ensina-nos a revelação do Cristo e como devemos prosseguir como seus discípulos. São João escolhe a dedo 7 milagres. Sinais estes que revelam tanto a identidade do Cristo como a de seus seguidores. São João tem uma característica peculiar entre os demais evangelistas. Ele possui um olhar criterioso, um olhar de águia (por isso, que o animal representativo a este evangelista é a própria águia). São João nos apresenta em seus escritos um olhar profundo sobre as atitudes de seu Mestre, nos apresentando detalhes que nos acresce profundo teor espiritual.

          Com isso, Pe Daniel destacou três episódios muito significativo nos escritos joaninos: O encontro de Jesus com a Samaritana, a cura do cego de nascença e a Ressureição de Lázaro. Em cada um desses evangelhos, foram esmiuçadas e ressaltadas suas características peculiares. E ainda mais, naquilo que Deus falou em cada um de nossos corações. Por fim, vale ressaltar as três atitudes realizadas pelos respectivos personagens desses relatos ao ter um encontro pessoal com Jesus, ou ainda, a partir de ter professado a fé: o anúncio, a adoração e a liberdade de vida em Cristo.
          Nós louvamos e agradecemos por todas as graças derramadas durante este retiro. A alegria de ter conosco nosso confrade, Pe Daniel, partilhando seus conhecimentos e suas experiências com Nosso Senhor Jesus Cristo. Incutindo em nós o desejo de buscar cada vez mais a experiência com o infinito amor de Deus. Este retiro foi um momento fecundo de intimidade com Deus, formação e fraternidade.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Encontro Vocacional de Março

          No último final de semana, dias 18 e 19, aconteceu o nosso segundo encontro vocacional do ano de 2017. Deu-se início com uma oração e logo após fomos para o primeiro momento: O Noviço Felipe nos testemunhou seu período de discernimento vocacional, nos alertou das dificuldades da vida religiosa, mas ao mesmo tempo nos encorajou mostrando que Deus se fez presente em suas crises e não o deixou.
          


          No início da noite, celebrarmos a Santa Missa presidida pelo reitor do Seminário Padre Gilmar SAC. Ao término da Santa Missa, fomos diretamente celebrar a Paixão de Cristo, meditando a Via-sacra, usando a mesma fórmula de Nosso Santo Fundador, São Vicente Pallotti. Em seguida, nos alimentamos e tivemos um momento de convívio comunitário com a participação dos seminaristas e logo após fomos dormir.
          





No dia seguinte, já no despertar, celebramos a Santa Missa do 3° Domingo da Quaresma. Neste último dia de encontro tivemos duas colocações de nossos orientadores vocacionais, os seminaristas Bruno Bauer SAC e Marcelo Rodrigues SAC. O seminarista Marcelo nos exortou sobre a Quaresma como tempo de mudança e conversão. Em seguida, trabalhamos a vocação como dom de Deus, com o seminarista Bruno Bauer.
           Finalizamos o encontro com uma partilha entre os vocacionados, que nos fez digerir melhor tudo o que foi tratado no encontro e em seguida o almoço.

Igor Sales
(Vocacionado)

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Encontro Vocacional de Fevereiro no Seminário Maior Palotino


          Durante o final de semana dos dias 18 e 19 de fevereiro, ocorreu no seminário, o primeiro encontro vocacional deste ano.
          Como é de costume, o encontro foi iniciado com o terço da misericórdia seguido por uma breve apresentação, momento o qual o seminarista Bruno Bauer expôs o cronograma do encontro e nos deu as boas-vindas.
           Logo após uma pequena pausa, o seminarista Marco Antônio fez a primeira colocação do sábado. Ele nos contou sobre o período de sua vida no qual sentiu o chamado à vida consagrada, e como Deus o fez encontrar no doce carisma de São Vicente Pallotti um farol no caminho para a santidade. Sem dúvida, suas palavras foram muito importantes para demonstrar que Cristo é a solução para toda crise existencial e vocacional.
          Com a palestra terminada, seguimos para a capela onde foi celebrada a Santa Missa pelo reitor do seminário, Pe. Gilmar. Às seis da tarde, rezamos o terço mariano e depois foi feito um intervalo nas atividades para o cadastramento dos jovens vocacionados.
          Após o jantar, no momento de tertúlia comunitária, assistimos a um filme. A película escolhida foi “Até o Último Homem”, do diretor católico Mel Gibson, que conta a história real de um cristão que deseja lutar pelo seu país na guerra, mas como médico e sem tocar em nenhuma arma de fogo. A determinação do protagonista em salvar as vidas que são fatalmente perdidas numa guerra, exemplifica como deve ser a atitude de um sacerdote no pastoreio das almas. Terminado o momento comunitário, todos nos recolhemos aos quartos.
          Ao levantar no dia do Senhor, fomos direto para a capela e rezamos o ofício das Laudes. Seguida ao café da manhã, a primeira colocação do domingo foi realizada por um dos promotores vocacionais, o Ir. Bruno Bauer. O seminarista falou sobre os sinais de vocação à vida consagrada e sacerdotal que chamam a atenção na vida dos aspirantes, e nos levou a recordar o motivo pelo qual pensamos que Deus nos chama a essa sublime forma de servir a Ele.
          O seminarista Marcelo foi quem falou na segunda colocação do domingo. Ele dedicou esse momento para contar um pouco sobre a devoção do santo fundador por Maria Santíssima, em harmonia com o ano nacional Mariano por conta dos 300 anos de Aparecida e também com o centenário de Fátima. 
          Ainda tivemos uma partilha em grupo, cujo tema foi a liberdade. Após isso, participamos da Santa Missa dominical celebrada pelo Pe. Gilmar. O encontro deu-se por encerrado após o almoço.
          Foi um final de semana de meditação e reflexão, e também de encontro comunitário. Saímos com a certeza de que fomos chamados por Nosso Senhor a uma missão particular, e aprendemos o que salienta o fundador da Pia Sociedade do Apostolado Católico: “Deus quer que o homem colabore na salvação das almas, segundo suas possibilidades, a fim de que o homem utilize, livremente, todos os dons que ele recebe de Deus como autor da natureza e da graça”.

Leonardo de Azevedo (Vocacionado)

sábado, 1 de agosto de 2015

Mês Vocacional | Pastoral Vocacional Palotina


Hoje iniciando o mês vocacional lançamos oficialmente nossa nova logo da Pastoral Vocacional Palotina da Região Mãe da Misericórdia."Disse, então, aos seus discípulos: A messe é grande, mas os operários são poucos.Pedi, pois, ao Senhor da messe que envie operários para sua messe." (Mt 9, 37-38). Portanto rezemos pelas vocações.


Oração

São Vicente Pallotti, Tu foste escolhido por Deus, para reavivar e promover, na Igreja, o apostolado universal. Intercede, diante de Deus, por nós, para que aqueles que aspiram à missão palotina, possam ter coragem e força para seguir a sua vocação. Isto te pedimos, por Cristo, nosso Senhor. Amém.

São Vicente Pallotti, rogai por nós!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Semana Vocacional Missionária e Consagrar-te-ei

Entre os dias 10 a 16 de outubro aconteceu em nosso Seminário Maior Palotino a “Semana Vocacional Missionária” e o “Consagrar-te-ei”, que completou a sua décima terceira edição.
Durante a semana, a cada dia nos voltamos para rezar e aprofundar em uma vocação específica, dentre elas a vocação matrimonial, consagrada, sacerdotal e missionária. Para mergulharmos um pouco mais nessas vocações, convidamos várias pessoas que com a sua espontaneidade e alegria mostraram que são felizes e realizados em sua vocação, mesmo em meio às dificuldades.


As atividades tinham início às 18:00h com adoração ao Santíssimo Sacramento seguida da Santa Missa e o testemunho vocacional. Na segunda-feira, a nossa comunidade teve a alegria de receber através da consagração mais um membro, na Celebração Eucarística presidida pelo nosso Reitor Regional, Pe. Jorge. O padre Luis Maurício, era sacerdote diocesano e depois de um período de experiência trabalhando em nossas Paróquias de Portugal, emitiu a sua consagração.


No sábado, aproveitamos para estreitar os laços de oração e amizade com as pastorais que colaboraram diretamente em nossa formação, a “Obra das Vocações Sacerdotais” (OVS) e a “Pastoral Vocacional”.
No domingo, o 13º Consagrar-te-ei aconteceu no pátio de nossa casa, de maneira bem jovem e descontraída, onde recebemos os jovens das nossas paróquias e procuramos oferecer a eles momentos de oração, louvor, reflexão e através da presença de alguns sacerdotes de nossa comunidade palotina e de religiosas de diversas Congregações, bem como de um casal que representou a vida matrimonial, quando tiveram a oportunidade de colocarem os seus desafios e esclarecerem as suas dúvidas.
Pedimos a intercessão de São Vicente Pallotti para que esta iniciativa possa ter continuidade através do contato da nossa comunidade do Seminário com todos aqueles que anseiam por um reavivamento de sua caminhada na fé, percebendo que independente da vocação que recebemos de Deus, somos chamados a sermos apóstolos de Cristo, o enviado do Eterno Pai.
Denis Alves Campos SAC