Sempre acreditei que o trabalho na formação, muito mais do que um ato de obediência aos meus superiores, seja realmente a vontade de Deus em minha vida. Após alguns anos de estudos e aprofundamento no carisma Palotino, foi-me confiada a missão de acompanhar nossos jovens que se preparam para a consagração em nossa família palotina. Peço a oração de todos para que eu possa ser um instrumento de Deus na vida destes jovens. Que tudo seja feito para a maior glória de Deus, santificação pessoal e do próximo".
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Padre Elmar | Novo Diretor do Período Introdutório Sul-Americano
"Deus em tudo e sempre" São Vicente Pallotti
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
São Vicente Pallotti | Breve biografia

As idéias do iluminismo, as turbulências do período
napoleônico, o surgimento da questão operária, que culminou no “manifesto
comunista”, as tendências liberais, os movimentos nacionalistas na Europa e o
desenvolvimento da imprensa são algumas vozes que caracterizaram os tempos de
São Vicente Pallotti. Ao mesmo tempo operaram Adolf Kolpng na Alemanha,
Frederic Ozanam na França e Antonio Rosmini na Itália.
Pallotti confrontava-se com os problemas que dificultavam a vivência da fé e o crescimento das tarefas ligadas ao anúncio do Evangelho nas terras de missão. Diante de tais problemas que a Igreja devia afrontar, Pallotti voltava sua atenção sobre a necessidade urgente de reavivar a fé e de reacender a caridade entre os católicos para anunciar a todos os homens a boa notícia da salvação.
No território da cidade de Roma
ele, com um grupo de colaboradores, desenvolveu uma notável célula de
atividades apostólicas e ao mesmo tempo ocupou-se em unir e coordenar tais
atividades. Disto nasceu a ideia de fundar uma nova instituição, ou seja, a
“União do Apostolado Católico”, para unir todas as iniciativas apostólicas.Nos múltiplos escritos Pallotti desenvolveu a visão global da obra na Igreja, a
fim que a boa notícia pudesse ser levada a todos os homens de maneira ordenada
e sistemática.
São Vicente Pallotti morreu no dia 22 de janeiro de 1850 sem ter visto o pleno desenvolvimento da sua obra. Seus colaboradores mais próximos continuaram sua missão, assegurando à Sociedade um posterior desenvolvimento. Vicente Pallotti foi beatificado em 1950 e canonizado em 1963 durante o Concílio Vaticano II.
Fonte: www.pallotti-sac.org (acesso em 22 de janeiro de 2014)
Mensagem do Reitor Geral Pe. Jacob Nampudakam, SAC | Festa de São Vicente Pallotti
Caros amigos,
No dia em que celebramos a festa
do nosso Fundador com renovado fervor e gratidão, tenham em mente estas
palavras de São Vicente Pallotti e Papa Francisco para nossa meditação e de
oração:
"Que a vida de nosso
Senhor Jesus Cristo seja a minha meditação" (OOCC X, pp
618-625).
“A alegria do Evangelho enche
o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se
deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior,
do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria.” ((Evangelii
Gaudium, 1).
Que Deus, por intercessão de São
Vicente Pallotti, encha-o com abundantes bênçãos para que você tenha uma vida
alegre e proclame a Boa Nova a todos os homens de boa vontade em todo o mundo.
Unido em oração,
Jacob Nampudakam SAC
Reitor Geral
sábado, 18 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Abertura do Noviciado 2014 | Cornélio Procópio - PR
Ontem, dia 14 de janeiro de 2014, em Cornélio
Procópio / PR, seis jovens de nossa Região iniciaram o Ano Canônico de seu
Período Introdutório Palotino (Noviciado). São eles: Nilson (Campo Grande - Rio
/ RJ), Marco Antonio (São Gonçalo), Bruno (Montes Claros - MG), Bruno
(Itaperuna), Renato e Cristiano (ambos de Niterói).
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Noviços da Região Mãe da Misericórdia - Rio de Janeiro |
Estavam presentes naquela celebração os
padres: José Elias Fadul SAC (Provincial - São Paulo Apóstolo), José
Rodrigues Filho SAC (Regional - Mãe da Misericórdia), Elmar Neri Rubira SAC (Diretor do Período Introdutório), Sergio Luiz Coldebella SAC, Antônio Fernando
Bocatti Rossini SAC e Valdeci Antônio de Almeida SAC.
Neste ano o Período Introdutório Sul-Americano contará com grande
número de noviços provenientes das três unidades palotinas brasileiras. Além
dos nossos seis jovens, o Noviciado contará com sete noviços da Província Nossa
Senhora Conquistadora e quatro, da Província São Paulo Apóstolo, totalizando 17
jovens palotinos!
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Noviços da Província Nossa Senhora Conquistadora - Santa Maria |
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Noviços da Província São Paulo Apóstolo - São Paulo |
Vale a pena recordar que, durante um encontro com os
Superiores Gerais de Ordens e Institutos Religiosos Masculinos reunidos em Roma,
Papa Francisco disse que o nosso objetivo, como formadores, “deve ser o de formar o coração dos
jovens para que sejam ternos e não ácidos como vinagre”.
Porém para que isso aconteça é necessário “aprender a aprender” como
nos diz nossa Ratio Instituciones (Documento com as linhas gerais da Formação
Palotina).
Que Deus
abençoe este ano tão especial na caminhada vocacional de cada um destes nossos jovens
coirmãos. E que Nossa Senhora, a Rainha dos Apóstolos, nos ajude a sermos
dóceis ao Espírito Santo!
fotos: José Luiz Bertello
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Papa Francisco – Homilia da Missa da Epifania do Senhor
"Seguindo o exemplo dos Magos, com as nossas pequenas luzes, procuramos a Luz."
«Lumen requirunt lumine». Esta sugestiva frase dum hino
litúrgico da Epifania refere-se à experiência dos Magos: seguindo uma luz, eles procuram a
Luz. A estrela aparecida no
céu acende, nas suas mentes e corações, uma luz que os move à procura da grande
Luz de Cristo. Os Magos seguem fielmente aquela luz, que os penetra interiormente,
e encontram o Senhor.
Os Magos souberam superar aquele perigoso momento de escuridão junto de Herodes, porque acreditaram nas Escrituras, na palavra dos profetas que indicava Belém como o local do nascimento do Messias. Assim escaparam do torpor da noite do mundo, retomaram a estrada para Belém e lá viram de novo a estrela, sentindo uma «enorme alegria» (Mt 2,10).
Entre os vários aspectos da luz, que nos guia no caminho da fé, inclui-se também uma santa «astúcia». Trata-se daquela sagacidade espiritual que nos permite reconhecer os perigos e evitá-los. Os Magos souberam usar esta luz feita de «astúcia» quando, no caminho de regresso, decidiram não passar pelo palácio tenebroso de Herodes, mas seguir por outra estrada. Estes sábios vindos do Oriente ensinam-nos o modo de não cair nas ciladas das trevas e defender-nos da obscuridade que teima em envolver a nossa vida. É preciso acolher no nosso coração a luz de Deus e, ao mesmo tempo, cultivar aquela astúcia espiritual que sabe combinar simplicidade e argúcia, como Jesus pede aos discípulos: «Sede, pois, prudentes como as serpentes e simples como as pombas» (Mt 10, 16).
Na festa da Epifania, em que recordamos a manifestação de Jesus à humanidade no rosto dum Menino, sentimos ao nosso lado os Magos como sábios companheiros de estrada. O seu exemplo ajuda-nos a levantar os olhos para a estrela e seguir os anseios grandes do nosso coração. Ensinam-nos a não nos contentarmos com uma vida medíocre, sem «grandes vôos», mas a deixarmo-nos sempre fascinar pelo que é bom, verdadeiro, belo... por Deus, que é tudo isso elevado ao máximo! E ensinam-nos a não nos deixarmos enganar pelas aparências, por aquilo que, aos olhos do mundo, é grande, sábio, poderoso. É preciso não se deter aí. Não se deve contentar com a aparência, com a fachada. É preciso ir mais além, rumo a Belém, onde, na simplicidade duma casa de periferia, entre uma mãe e um pai cheios de amor e de fé, brilha o Sol nascido do alto, o Rei do universo. Seguindo o exemplo dos Magos, com as nossas pequenas luzes, procuramos a Luz.
2014-01-06 Rádio Vaticana

Neste percurso dos Magos do Oriente, está simbolizado o
destino de cada homem: a nossa vida é um caminhar, guiado pelas luzes que
iluminam a estrada, para encontrar a plenitude da verdade e do amor, que nós,
cristãos, reconhecemos em Jesus, Luz do mundo. E, como os
Magos, cada homem dispõe de dois grandes «livros» donde tirar os sinais para se
orientar na peregrinação: o livro da criação e o livro das Sagradas Escrituras.
Importante é estar atento, velar, ouvir Deus que nos fala. Como diz o Salmo,
referindo-se à Lei do Senhor: «A tua palavra é farol para os meus passos e luz
para os meus caminhos» (Sal 119/118, 105). E, de modo especial, o ouvir o
Evangelho, lê-lo, meditá-lo e fazer dele nosso alimento espiritual permite-nos
encontrar Jesus vivo, ter experiência d’Ele e do seu amor.
A primeira leitura faz ressoar, pela boca do profeta Isaías,
este apelo de Deus a Jerusalém: «Ergue-te e sê iluminada!» (60, 1). Jerusalém é
chamada a ser a cidade da luz, que irradia sobre o mundo a luz de Deus e ajuda
os homens a seguirem os seus caminhos. Esta é a vocação e a missão do Povo de
Deus no mundo. Mas Jerusalém pode falhar a esta chamada do Senhor. Diz-nos o
Evangelho que, chegados a Jerusalém, os Magos deixaram de ver a estrela durante
algum tempo. Em particular, a sua luz está ausente no palácio do rei Herodes:
aquela habitação é tenebrosa; lá reinam a escuridão, a desconfiança, o medo. Efetivamente
Herodes mostra-se apreensivo e preocupado com o nascimento de um frágil Menino,
que ele sente como rival. Na realidade, Jesus não veio para derrubar um
miserável fantoche como ele, mas o Príncipe deste mundo! Todavia o rei e os
seus conselheiros sentem fender-se os suportes do seu poder, temem que sejam
invertidas as regras do jogo, desmascaradas as aparências. Todo um mundo construído sobre o
domínio, o sucesso e a riqueza é posto em crise por um Menino! E Herodes chega ao ponto de matar
os meninos: «Matas o corpo das crianças, porque o temor te matou o coração»,
escreve São Quodvultdeus (Sermão 2 sobre o Símbolo: PL 40, 655).
Os Magos souberam superar aquele perigoso momento de escuridão junto de Herodes, porque acreditaram nas Escrituras, na palavra dos profetas que indicava Belém como o local do nascimento do Messias. Assim escaparam do torpor da noite do mundo, retomaram a estrada para Belém e lá viram de novo a estrela, sentindo uma «enorme alegria» (Mt 2,10).
Entre os vários aspectos da luz, que nos guia no caminho da fé, inclui-se também uma santa «astúcia». Trata-se daquela sagacidade espiritual que nos permite reconhecer os perigos e evitá-los. Os Magos souberam usar esta luz feita de «astúcia» quando, no caminho de regresso, decidiram não passar pelo palácio tenebroso de Herodes, mas seguir por outra estrada. Estes sábios vindos do Oriente ensinam-nos o modo de não cair nas ciladas das trevas e defender-nos da obscuridade que teima em envolver a nossa vida. É preciso acolher no nosso coração a luz de Deus e, ao mesmo tempo, cultivar aquela astúcia espiritual que sabe combinar simplicidade e argúcia, como Jesus pede aos discípulos: «Sede, pois, prudentes como as serpentes e simples como as pombas» (Mt 10, 16).
Na festa da Epifania, em que recordamos a manifestação de Jesus à humanidade no rosto dum Menino, sentimos ao nosso lado os Magos como sábios companheiros de estrada. O seu exemplo ajuda-nos a levantar os olhos para a estrela e seguir os anseios grandes do nosso coração. Ensinam-nos a não nos contentarmos com uma vida medíocre, sem «grandes vôos», mas a deixarmo-nos sempre fascinar pelo que é bom, verdadeiro, belo... por Deus, que é tudo isso elevado ao máximo! E ensinam-nos a não nos deixarmos enganar pelas aparências, por aquilo que, aos olhos do mundo, é grande, sábio, poderoso. É preciso não se deter aí. Não se deve contentar com a aparência, com a fachada. É preciso ir mais além, rumo a Belém, onde, na simplicidade duma casa de periferia, entre uma mãe e um pai cheios de amor e de fé, brilha o Sol nascido do alto, o Rei do universo. Seguindo o exemplo dos Magos, com as nossas pequenas luzes, procuramos a Luz.
Posse do superior da Região Mãe da Misericórdia
A origem da União do Apostolado Católico remonta ao
dia 9 de Janeiro de 1835, data em que, por inspiração divina, São Vicente
Pallotti (1795-1850) decidiu fundar uma obra em que todos os membros do Povo de
Deus pudessem participar unidos na missão evangelizadora da Igreja.
Agora, 179 anos depois nesta mesma data, com a Santa Missa no Santuário
da Divina Misericórdia, assume o cargo de superior da Região Mãe da
Misericórdia, Pe. José Rodrigues SAC. Estavam também presentes: Pe.
Jacob Nampudakam, Superior Geral dos Padres Palotinos, Pe. Gilberto
Orsolino SAC, Conselheiro Geral de Roma proveniente da província de Santa Maria
/RS e o Presidente do Conselho Nacional da União do Apostolado Católico, Dario
Ivatiuk Junior, e os padres palotinos da Região Mãe da Misericórdia.
Que pela intercessão de Nossa Senhora, e de São Vicente Pallotti, todas
as decisões sejam tomadas sob a luz do Espírito Santo, para que se faça sempre
a vontade de Deus.
“Renova, ó Deus, em cada instante, o milagre da tua misericórdia.
Aniquila-me inteiramente com todas as minhas ações e age tu em mim e em todos
com a tua graça”. São Vicente Pallotti.
Marita Veiga
fonte: Palotinos Rio de Janeiro
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Os seminários segundo o Papa Francisco
Segunda,
06 de janeiro de 2014
"Formem o coração! Caso contrário formarão pequenos monstros". Os seminários segundo o Papa
Pelo amor de Deus, recordem "que a formação é uma obra artesanal, não policialesca. Devemos formar o coração. Caso contrário formamos pequenos monstros, e depois estes pequenos monstros formarão o povo de Deus".
O papa pronunciou acentuando as palavras quando as disse para a plateia da União Geral dos Superiores dos Institutos religiosos masculinos, recebidos no Vaticano no final de novembro. Um longo colóquio (três horas, depois o Papa teve que cumprir o "compromisso com o dentista") feito de perguntas e respostas. Um diálogo 'franco e livre', que a revista Civiltà Cattolicapublicou na tarde de ontem, dia 03-01-2014.
A reportagem é de Matteo Matzuzzi e publicada pelo jornal Il Foglio, 04-01-2014. A tradução é da IHU On-Line.
Francisco não quis longos discursos, pedindo aos interlocutores o mesmo. O presidente da União, o prepósito geral da Companhia de Jesus, padre Adolfo Nicolás, fez uma breve saudação inicial. Sentado comodamente, 'num clima de relax e distensão, tomando chimarrão", o Pontífice disse que "a Igreja deve ser atrativa".
Pediu aos presentes "de despertarem o
mundo", de "serem testemunhos de um outro mundo a ser feito, de um
outro modo de agir, de viver". Certamente, a vida é difícil, "feita
de graça e de pecado". E "se a gente não peca, não é homem". Por isto é
necessário distinguir entre pecadores e corruptos: "Todos somos pecadores,
mas não todos somos corruptos. Nos seminários devem ser aceitos os pecadores, mas não os corruptos".
Francisco sobre um dos pontos que mais qualificaram a sua agenda nestes
primeiros dez meses de pontificado. O olhar para as periferias. "As
grandes mudanças da história foram realizadas quando a realidade é vista não do
centro, mas da periferia. É uma questão hermenêutica, se compreende a realidade
somente se se a vê desde a periferia e não se o nosso olhar está focado num
centro equidistante de tudo". Fundamental, acrescentou Bergoglio, "é
conhecer a realidade por experiência, dedicar um tempo para andar na periferia
e conhecer a vida do povo. Se isto não acontece, corremos o risco de sermos
ideólogos abstratos ou fundamentalistas, e isto não é sadio".
A formação, portanto, é um dos problemas mais
difícil a ser afrontado": "Nos anos passados, a nossa cultura era
mais simples e ordenada. Hoje, a inculturação exige um atitude diferente".
Um exemplo? "Não se resolvem os problemas simplesmente proibindo de fazer
isto ou aquilo. É preciso que o diálogo e o confronto sejam feitos. Para evitar
os problemas, em algumas casas de formação, os jovens se controlam, procuram
não cometer erros evidentes, buscando cumprir as regras, sorrindo muito, na
espera do dia em que lhes será dito: "Muito bem, terminaste a
formação".
"Isto - prosseguiu Francisco - é hipocrisia, fruto do clericalismo, que é
um dos males mais terríveis".
Uma tendência ao clericalismo "que deve ser
derrotada nas casas de formação e nos seminários". Aos jovens, porém, é
preciso falar com uma nova linguagem, usando "um novo modo de dizer as coisas". Quem trabalha com os rapazes, disse o Papa, "não pode ficar
dizendo coisas muito ordenadas e estruturadas como se fosse um tratado, porque
estas coisas não atingem os jovens". Para eles, o mandamento é um só:
"Sair do ninho que os segura para serem enviados". Mais uma vez, na periferia.
Mas que coisa
é esta periferia?, perguntam alguns dos presentes no colóquio.
"Certamente, permanecem as fronteiras geográficas, mas há também as
fronteiras simbólicas, que não estão pré-fixadas e não são iguais para todos,
mas que devem ser buscadas a partir dos carismas de cada instituto. Portanto,
deve-se discernir tudo segundo o próprio carisma". Um carisma que deve ser
inculturado, "e isto não significa nunca que deva ser relativizado. Não
devemos torná-lo rígido e uniforme" porque "quando uniformizamos as
nossas culturas, aí matamos o carisma". Para evitar que isto aconteça, é
necessário "introduzir no governo central das ordens e das congregações
pessoas de várias culturas que exprimam modos diferentes de viver o
carisma".
Para ler a íntegra, em espanhol, da reportagem sobre a Conversa do Papa Francisco com os Superiores Religiosos clique aqui.
Para ler a íntegra, em espanhol, da reportagem sobre a Conversa do Papa Francisco com os Superiores Religiosos clique aqui.
domingo, 5 de janeiro de 2014
Epifania do Senhor
“Vimos a sua estrela no oriente, e viemos adorá-lo”
Para a Família Palotina a solenidade do Oitavário da Epifania se reveste de significado especial. Nosso Santo fundador propagou esta solenidade em toda a cidade de Roma, e durante todo o Oitavário as celebrações contavam com grande números de fiéis. Em duas ocasiões o Papa Pio IX esteve presente na Basílica de Santo André, para o encerramento. No manifesto que segue, São Vicente Pallotti apresenta a finalidade Oitavário: o crescimento, a defesa e a propagação da Piedade e da Fé.
Sagrado Oitavário da Epifania de Nosso Senhor Jesus
Para o crescimento, defesa e propagação da Piedade e da Fé
O amor infinito de Deus pela humanidade foi manifestado na doação de Seu Filho Unigênito feito homem por nós, no momento no qual o mundo não o pensava, não o merecia e mesmo assim, de fato o doou, mesmo prevendo que o mundo haveria de rejeitá-lo, a exceção de poucos que o teriam aceitado.
O Santo Natal nos recorda este precioso dom, reconhecido pelos pastores junto a Gruta de Belém. Na Epifania, os Magos, Reis do Oriente, guiados pela estrela, O adoraram como o prometido pela eternidade, anunciado pelos profetas e esperado por todos.
Hoje, filhos da Igreja, é o tempo propício, o dia da Salvação, no qual, com a celebração desta solenidade, com os sacrifícios, com as orações, com a Palavra de Deus, a Igreja desperta no coração de cada um de nós a caridade e a gratidão a Nosso Senhor Jesus, ao Pai que O doou e ao Espírito Santo.
Bem Aventurados aquele que com tal anuncio, a exemplo dos Santos Magos, correrão a reconhecer e adorar Jesus, porque através d’ELE conseguirão a plenitude da Santidade.
Epifania é a festa da vocação dos povos ao cristianismo e à salvação. Pallotti queria que todos escutassem este chamado, se convertessem e fossem salvos.
Padre Elmar Neri Rubira - Diretor do Período Introdutório Sul-Americano (Noviciado)
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