sábado, 17 de fevereiro de 2018

Beata Elisabetta Sanna - Dados biográficos



Dados biográficos



Elisabetta Sanna nasceu em Codrongianos (Sassari) no dia 23 de abril de 1788. Três meses depois perdeu a capacidade de levantar os braços. Casada, criou cinco filhos. Em 1825 ficou viúva e fez o voto de castidade; era a mãe espiritual das meninas e das mulheres de sua terra. Em 1831, embarcou para uma peregrinação à Terra Santa; acabou chegando em Roma, e não pode retornar, devido à graves distúrbios físicos, dedicou-se inteiramente á oração e ao serviço dos doentes e pobres.

Ela foi um dos primeiros membros da União do Apostolado Católico de São Vicente Pallotti, seu diretor espiritual. Sua casa se tornou um santuário de fé viva e ardente caridade. Morreu em Roma no dia 17 de fevereiro de 1857 e foi enterrado na Igreja de SS. Salvatore in Onda. Os testemunhos confirmam e esclarecem as palavras de São Vicente Pallotti, transcritas pelo padre Scapaticci e pelo padre Vaccari: “Dois são aqueles que levaram adiante o nosso Instituto: uma pobre viúva que é Elisabetta Sanna, como haveis mais vezes entendido do Pe. Vicente Pallotti, o outro é o Cardeal Lambruschini” Por este motivo a “pobre” Serva de Deus recebe o privilégio de ser enterrada na Igreja de SS. Salvatore in Onda, junto ao túmulo de São Vicente Pallotti.

Quando morreu, a sua fama de santidade era (assim) tão grande que, apenas quatro meses depois de sua morte, foi nomeado o  postulador da sua causa de beatificação, com duração de mais de um século e meio.


Foi declarada Beata no dia 27 de Janeiro de 2014. O milagre que a levou, finalmente sobre os altares, aprovado pelo Papa Francisco no dia 22 de janeiro de 2016 é a cura que ocorreu no dia 18 de Maio de 2008 [na paróquia palotina de Nossa Senhora de Fátima em Niterói –RJ] – domingo do SS. Trindade – de uma jovem mulher brasileira (31 anos), Suzana Correia da Conceição, de uma atrofia muscular do braço e da mão direita com comprometimento funcional grave. No sábado, 17 de setembro de 2016, 160 anos depois de sua morte, diante da basílica de Saccargia, presidiu a Cardeal Angelo Amato, Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, a solene cerimônia da Beatificação de Elisabetta Sanna.

Fonte: sac.info

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Peregrinação Mariana 2018 - Nos braços e abraços da Virgem Maria


Nos braços e abraços da Virgem Maria
Um dia comunitário, peregrinando, encontrando e entregando nossas vidas a Nossa Senhora 

Já é conhecido de todos nós aquilo que São Bernardo de Claraval falou sobre os devotos, sobre aqueles que se confiam a Nossa Senhora: “O devoto de Maria jamais perecerá!” Ele mesmo é testemunha disso, pois é lembrado entre aqueles santos que amaram com um amor terno e firme a Virgem Maria. Pois bem, nosso coração encheu-se novamente desta certeza quando, no dia 06 de fevereiro próximo passado, nossa comunidade formativa, ou seja, os seminaristas com o reitor e o diretor espiritual foram em peregrinação ao Santuário Mariano de Schoenstatt para, alí naquele pequeno templo, unido espiritualmente a tantas pessoas, nos colocássemos novamente sob o cuidado, o abraço e o colo da Mãe Rainha. E lá, no entorno do quadro mariano, em latim líamos: “Servus Mariae nunquam peribit”.

Acolhidos com fraternidade pelas Irmãs de Schoensttat, celebramos a Santa Missa presidida pelo Reitor, Pe. Daniel e ouvimos a homilia proferida pelo Diretor Espiritual, Pe. Paulo. Depois de um pequeno lanche oferecido pelas irmãs, ouvimos de uma delas alguns detalhes da história do Movimento Apostólico de Schoenstatt, intimamente ligado em seus inícios à história e carisma palotinos. De fato, foi a partir de um padre palotino, Pe. José Kentenich, unido a alguns seminaristas, que toda aquela obra começou. Destes seminaristas, explicava a Irmã, o Pe. José Kentenich exigia deles que fossem “os mais alegres no recreio, os mais empenhados nos estudos e nos trabalhos e os mais piedosos na oração”.

Seguido a este momento de partilha com as irmãs, retornamos ao Santuário e realizamos aquilo pelo qual tínhamos proposto: ao rezarmos o Santo Terço, confiamos todo este ano de 2018, nossos projetos, nossos estudos, nossa vida comunitária, nossos coirmãos padres, nossos familiares... enfim, tudo confiamos aos cuidados de Nossa Senhora. E para encerrar aquele momento de entrega, cada um de nós, por turmas de Noviciado, renovamos nossa Consagração a Nossa Senhora.

Temos a plena certeza que, a ela confiados, não pereceremos no caminho de discípulos quais devemos ser nós, palotinos e palotinas! Mas ainda tivemos um agrado da Virgem Maria: pensando em retornar ao Seminário, decidimos dar uma volta por aqueles lados tão bonitos da cidade do Rio de Janeiro e fomos em direção ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima, réplica igual da Capela das Aparições lá de Portugal. 

Foi outro momento especial, patrocinado pela Mãe, já que tivemos a oportunidade de conhecer o fundador e idealizar do local, o Sr. Berthaldo, que além de nos acolher muito bem, explicava de forma vibrante toda a sua história com Nossa Senhora de Fátima e a realização daquele projeto. Ficamos impressionados, mais uma vez, de como Nossa Senhora não abandona quem a ela se confia.
 
De fato, não é a toa que nosso fundador São Vicente Pallotti repete incessantemente que Maria é sua mais que enamoradíssima Mãe e que ele desejava amá-la como o Pai a ama como Filha, o Filho a ama como Mãe e o Espírito Santo a ama como Esposa. Também ele, sendo todo de Maria, junto com Pe. Kentenich e suas filhas e somando-se ao testemunho do Sr. Berthaldo vieram confirmar a nós que o que fizemos naquele dia, ou seja, o fato de termos renovado nossa confiança a Maria, seria para nós a total garantia de uma vida perseverante e fiel, com desafios, e com a força necessária para enfrenta-los, vencê-los e continuar caminhando sem perecer! 

Pe. Daniel Luz Rocchetti SAC - Reitor do Seminário Maior Palotino (RJ)
  

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Consagração e renovação das promessas à Sociedade do Apostolado Católico - SAC

Dia mundial da vida consagrada - Consagração e renovação das promessas à Sociedade do Apostolado Católico - SAC

No último dia 02 de fevereiro, dia da  Apresentação do Senhor, a Igreja celebra também o dia mundial da  vida consagrada. A liturgia deste dia é o ponto culminante do Natal do Senhor, pois indica o modo como se deu a encarnação do Filho de Deus. E a que ela se destina. Cristo, semelhante a nós, tornou-se solidário conosco, participando das nossas fraquezas, exceto no pecado; da mesma forma, estamos unidos a ele, sendo associados à sua oferta ao Pai. A Apresentação do Menino Jesus no templo é também a nossa consagração a Deus, por causa da nossa união com o Filho Humanado.

Neste dia tão especial para a Igreja, a comunidade Palotina da Região “Mãe de Misericórdia” recebeu a primeira consagração do noviço Felipe Batista de Oliveira e a renovação da das promessas dos seminaristas: Bruno Bauer Corrêa da Cruz  SAC, Bruno Gonzáles Silveira SAC, Elson Carvalho Filho SAC, José Luiz Alves da Silva Junior  SAC e Marcelo da Silva Rodrigues SAC, por mais um ano, em uma celebração cheia de amor.

Na homilia, Pe. Estêvão  Lewandowski SAC,  após saudar os sacerdotes co-irmãos presentes na celebração, falou sobre a dimensão de doação e missão, presentes na vida sacerdotal. Também como na parábola do “tesouro escondido”, onde o homem vende tudo por aquele tesouro,  cada um tinha planos, projetos,  mas largaram tudo, pois Jesus é o tesouro precioso, pelo qual  vale a  pena deixar tudo, sem mesmo saber para onde podemos ir ou o que vai acontecer, mas certos de quem coloca suas riquezas em Deus, terá sempre a sua recompensa em amor e graça.

Após, o sacerdote lembrou das promessas que os seminaristas iriam fazer a seguir: pobreza, castidade, obediência, perseverança, espírito de serviço e comunhão de bens, e  deu a cada um dicas de como perseverar no caminho como consagrado Palotino.

Peçamos a nossa padroeira, Maria Rainha dos Apóstolos:
Virgem santa e humilde, assim como aceitastes a vontade do Senhor que vos chamava a ser a Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo. Segundo a Lei, aos  quarenta dias do Nascimento, apresentastes vosso Filho no templo de Jerusalém para consagrá-lo ao Pai. Ajudai-nos a imitar-vos  na humildade e na obediência a Jesus Cristo, o Apóstolo do Eterno Pai.

Bruno Gonzáles Silveira SAC

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Retiro Anual 2018

 Nos dias 23 a 27 de janeiro de 2018, a comunidade do Seminário Maior Palotino esteve em retiro em preparação para a Primeira Consagração e Renovação das Promessas. O retiro ocorreu no "Cenáculo Palotino Mãe do Divino Amor".

Para pregador e acompanhador deste retiro, esteve conosco o Padre Denis Alves Campos SAC, reitor da mesma casa e formador dos Postulantes de nossa comunidade. Tivemos a graça de meditar sobre a vida consagrada Palotina e nossas promessas de consagração a luz do versículo 1 do capitulo 9 de Isaías: “O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; sobre aqueles que habitavam uma região tenebrosa resplandeceu uma luz”. Nesta semana de retiro muitos foram os momentos reservados para silêncio, oração pessoal e comunitária, adoração ao Santíssimo, vigílias, partilha de vida e a Santa Missa. Foram momentos de grande intimidade com o Senhor.

Esse período foi dedicado especialmente à preparação espiritual do noviço Felipe Oliveira que fará sua Primeira Consagração; e também se prepararam para renovação das promessas os consagrados José Luiz Alves SAC, Bruno Bauer SAC, Marcelo Rodrigues SAC, Bruno Gonzalez SAC, e Elson Carvalho SAC.

 



sábado, 25 de novembro de 2017

Sobre a causa dos santos da família palotina

          No dia 20 de novembro, o Seminário Maior Palotino teve a alegria de acolher em nossa casa, o padre Jan Korycki SAC. Ele é sacerdote palotino, polonês, e trabalhou por muitos anos como postulador geral em Roma. Padre Korycki veio por ocasião da Assembleia dos padre da nossa Região Mãe da Misericórdia no Rio de Janeiro. Contudo, houve uma oportunidade de dirigir algumas palavras aos formandos de nosso seminário. 
          Padre Korycki, por ter trabalho durante tanto tempo na causa dos santos, partilhou conosco como foi a experiência nesse apostolado e nos apresentou, com grande riqueza e sabedoria, os diversos casos do caminho de santidade na nossa comunidade dos palotinos. 
        O Concílio Vaticano II ensina claramente que "todos os cristãos são, pois, chamados e obrigados à tender a santidade e perfeição do próprio estado" (LG 42). 
          A União do Apostolado Católico (UAC) não tem uma história muito longa, e não tem vários modelos de santidade beatificados e canonizados: apenas o fundador São Vicente Pallotti, dois mártires: Józef Jankowski e Józef Stanek e beata Elisabetta Sanna. Mas temos um grande número de membros da UAC, que estão no caminho para os altares.
Relíquia Ex Corpore da Beata Elisabetta Sanna
          Atualmente os palotinos são responsáveis pelas causas de canonização de dois beatos e causas de beatificação de dezesseis candidatos aos altares: oito pessoas em nível apostólico, ou seja, no Vaticano e oito a nível diocesano, em vários países. Algumas causas com o nível diocesano já  canonicamente aberto, outros estão em processo de preparação para o processo canônico.
          Ao grupo de cinco Servos de Deus mártires pertencem quatro sacerdotes SAC: Franciszek Bryja, Franciszek Kilian, Norbert Pellowski, Jan Szambelańczyk e um irmão palotino Paweł Krawcewicz. 
          Nas várias dioceses do mundo, como palotinos somos responsáveis por processo de beatificação de oito pessoas: Pe.Stanisław Szulmiński na Rússia, Pe. Franz Reinisch em Alemanha, Dom Heinrich Viete em Camarões e cinco mártires na Argentina: três sacerdotes, um estudante do Seminário Maior e um postulante.
         Esse período que o Padre Jan Korycki passou conosco foi de grande alegria, crescimento espiritual, humano, carismático e comunitário. Com o seu exemplo de vida, nos ensinava como um irmão mais velho. Louvamos e bendizemos a Deus pela vinda do Padre Korycki em nossa casa. Deus o abençoe e São Vicente Pallotti seja sempre um caminho de inspiração para a santidade. 






sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Convite

         
          O Seminário Maior Palotino e todos os demais membros da Região Mãe da Misericórdia do Rio de Janeiro tem a alegria de convidar-te a participar da Celebração Eucarística no qual, nosso confrade José Luiz receberá o ministério de acólito. 
          "O Acólito é instituído para ajudar o Diácono e para servir o Sacerdote. É sua função, portanto, cuidar do serviço do altar; auxiliar o Diácono e o Sacerdote nas ações litúrgicas, sobretudo na celebração da Missa; distribuir, como ministro extraordinário, a Sagrada Comunhão.
          Desempenhará mais dignamente estes ofícios, se participar na Santíssima Eucaristia, cada vez com uma piedade mais ardente, alimentando-se dela e procurando alcançar um conhecimento da mesma sempre mais profundo. 
          Destinado de modo particular para o serviço do altar, o Acólito há-de procurar conhecer o que diz respeito ao culto divino e compreender o seu significado íntimo e espiritual, de modo que, em cada dia, se ofereça a si próprio totalmente a Deus e, por sua atitude grave e respeitosa, seja para todos exemplo no templo sagrado, amando sinceramente o corpo místico de Cristo ou povo de Deus, sobretudo os fracos e os doentes." (Pontifical Romano - Instituição de Leitores e Acólitos). 


          São Vicente Pallotti expressa sobre este ministério:
"Vede, queridos filhos, os admiráveis caminhos da bondade divina. Se considerardes, de um lado, a vossa miséria, vosso nada e vossa indignidade, e de outro, a grandeza das coisas espirituais e divinas, encontrareis uma desproporção tão grande, que jamais poderíeis imaginar que o Clementíssimo Deus fosse querer honrar-vos, em sua Igreja, com um Ministério que vos dá acesso ao Altar para servir no esplendor do serviço Eucarístico." 
          Rezemos, pois, por este nosso irmão, que a exemplo de Nosso Senhor Jesus Cristo, sinta-se empenhado a tal serviço. E assim, consciente, seguir seu chamado vocacional, na salvação de sua alma e do próximo.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

A Parentela Espiritual



            Ontem (5), a Igreja no Brasil, celebrou a solenidade de Todos os Santos. Nós não poderíamos ficar de fora de partilhar sobre a espiritualidade de São Vicente Pallotti de frente a vida dos santos.
Pallotti, desde criança erguia altares em casa para rezar. Demonstrando sua devoção aos anjos e santos desde pequeno. Os exemplos da vida dos santos, para o pequeno Pallotti, era um assunto muito caro.
Durante a vida de Vicente, encontra-se a presença de diversos santos, pois ele procurava imitá-los, de certa maneira. Dizia ele: "Escolhe um santo como Padroeiro, lê a sua biografia e imita uma de suas virtudes".
Conservou sua devoção a São Felipe Neli, que ele chamava de grande apóstolo de Roma. Era devoto de São José Calazans, por ter lembrado a heróica paciência e amor para com as crianças pobres. Também era devoto de Santo Inácio de Loyola. Sempre ia rezar na Igreja del Gesú onde esta o corpo deste santo.  Lá, Pallotti revigorava o espírito e os empreendimentos de São Inácio que tinha sempre presente o zelo pela infinita glória de Deus e pelas almas, bem como o amor para com a Igreja. O Venerável João Berchamans, este também presente na lista de Pallotti, um religioso da companhia de Jesus, ensinou-o a intensificar ainda mais seu amor pela Mãe de Deus. Pallotti ao ler a sua bibliografia sentiu-se inspirado e fez voto de obediência ao seu diretor espiritual, o abade Fazzini.
Através da experiência mística de Santa Catarina de Sena, despertou em Pallotti a devoção do Sangue de Cristo. Santa Catarina, santa dominicana, saudava o Sangue de Jesus, mergulhada e queria que todos se mergulhassem no Sangue do Redentor. Quem apresentou esta Santa a Pallotti, foi seu grande amigo São Gaspar Del Búfalo.
Pallotti se identifica com um grande doutor e místico, São João da Cruz. Com o seu nada e coisa alguma. Buscando somente Deus, um Deus Uno, onde todas as criaturas serão transformadas. No amor a Deus, em João da Cruz, Pallotti se identifica pela fome e sede de Deus que o místico contemplava, frutos da sabedoria e da ciência do Espírito Santo.
São Vicente dedicou seus atos em honra à Santíssima Trindade, sobre a proteção da Sagrada Família de Nazaré, inspirado por São Vicente Ferrrer, em referência ao seu nome batismal.
Deste modo, por exemplo, Pallotti escrevia:
Por um gesto muito especial da divina misericórdia, do amor do S. N. Jesus Cristo, da Proteção da nossa mais que enamoradíssima Mãe Maria virgem imaculada, de S. Jose seu castíssimo Esposo, S. João Batista, de S.João Evangelista, de S. Joaquim e S. Ana, de S. Zacarias e S. Isabel, dos Nove Coros dos Anjos, dos SS. Patriarcas e profetas, dos SS. Apóstolos, Evangelistas, Discípulos do S. N. J. Cristo, Inocentes, Mártires, Pontífices, Doutores Confessores, Sacerdotes, Levitas, Monges, Eremitas virgens, Viúvas e das Almas santas do Purgatório.
 
Pallotti andava persuadido da própria miséria e da miséria que afligia a humanidade. Isso por que Pallotti leu uma citação de Santa Teresa de Jesus, na qual a Santa achava que tinha recebido infinitas graças quando se humilhava. Este então era o motivo de São Vicente Pallotti sempre reconhecer as tuas próprias misérias e se julgar tanto por elas.
Pallotti não recorria somente aos santos para si, mas também colocava seus penitentes sobre a proteção deles. Quando era penitente homem colocava sobre a proteção de São Pedro ou outro Santo do sexo masculino. Se fosse uma mulher, colocava sobre a proteção de Santa Maria Madalena ou outra Santa Penitente.

            Pallotti era impelido por uma espiritualidade de gratidão a Deus Pai pelo seu amor Infinito, que em Cristo o fez sua imagem e semelhança. Assim, via no Cristo, seu irmão e tendo uma parentela sobrenatural, pois considera também todos os santos como seus irmãos, ou seja, tinha uma família também no céu.