sábado, 16 de julho de 2011
Brasão Episcopal de D. Júlio Akamine
Os adornos externos ao escudo são: o capelo verde (chapéu prelatício) com dois cordões de cada lado do escudo e, na ponta de cada um dos cordões, seis borlas. Cada grau hierárquico é identificado por particularidades artísticas: no caso dos bispos, o chapéu, os cordões e as borlas são todos de cor verde; também a quantidade de borlas e suas posições são próprias dos bispos.
1. O Pinheiro sobreposto ao Círculo vermelho e o Fundo prata (branco)
É sabido que o Pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia) cresce em meio à floresta densa, sobressai sobre a vegetação e estende seus galhos e sua sombra sobre outras árvores. Como o pinheiro não nega a sua sombra, seus frutos e a sua proteção às outras plantas e animais da mata, assim o ministério episcopal deve ser marcado pela dedicação e pelo desvelo do próximo.
O conjunto formado pelo Fundo branco (prata) e pelo Círculo vermelho faz alusão ao Japão, terra de origem dos avós de D. Julio. No Japão, eles tinham lido num panfleto: "No Brasil, há uma árvore com frutos de ouro. Basta estender a mão para colhê-los!".
Aqui, eles não encontraram a riqueza prometida. Encontram, porém, outra árvore: a árvore da cruz e da vida.
2. A lamparina acesa e a Bíblia aberta
São simbolos do estudo e do ensino: a lamparina é símbolo da ciência o de quem busca o saber; o a Bíblia aberta, na heráldica, significa erudição e ensino. Os símbolos indicam que há uma sagrada circularidade entre o que o Bispo é com os cristãos e o encargo que ele tem frente a eles. "Cada Bispo deve poder repetir como Santo Agostinho: 'Se se considerar o lugar que ocupamos, somos mestres; mas, pensando no único Mestre, somos condiscípulos vossos na mesma escola' ( ... ). Aquilo que ouviu e recebeu do coração da Igreja, cada Bispo devolve-o aos seus irmãos, dê quem deve cuidar como o Bom Pastor" (Pastores Gregis, 28; 29).
3. Cruz do Infinito em fundo azul
A cor azul significa a justiça e o zelo. A Cruz do Infinito, em vermelho (sangue de Cristo) e realçado pelo dourado (nobreza), é formada por dois símbolos matemáticos do infinito (Infinito em posição vertical). Esse símbolo foi muito usado por S. Vicente Pallotti em suas anotações espirituais para exprimir os dois polos de seu mundo espiritual: Deus Amor Infinito e o seu anelo insaciável de glorificar Deus.
Esses dois polos estão separados ontologicamente e, ao mesmo tempo, unidos pela Misericórdia de Deus. O símbolo do infinito em posição vertical indica tanto o movimento descendente da graça de Deus e quanto o ascendente da glorificação dos cristãos.
Listel e Lema
O listel contém o lema episcopal: Bonum facientes infatigabiles (Não vos canseis de fazer o bem - GI 6,9). Para Deus, nenhuma iniciativa de bem, nenhum ato de bondade e de solidariedade é em vão. O Pai vê e reconhece o bem que realizamos por causa de Cristo e em seu nome. O bem que fazemos, mesmo que não seja reconhecido pelos outros, está destinado à glorificação da ressurreição. Crer na ressurreição da carne significa crer que não só daremos, no Pai, o nosso último respiro, mas que nEle encontraremos toda a nossa
história glorificada e transfigurada na história de Cristo.
Veja a Ordenação Episcopal de D. Júlio Endi Akamine, SAC
D. Júlio Endi Akamine, SAC, foi ordenado Bispo Auxiliar da diocese de São Paulo.
A Província São Paulo Apóstolo agradece ao novo bispo pelos trabalhos realizados junto aos palotinos e roga a Deus para que o ilumine neste novo ministério apostólico. Este video foi tirado de: OArcanjoNoAr
fonte: Deuscaridade (Pe. Valdeci Antonio de Almeida, SAC)
A Província São Paulo Apóstolo agradece ao novo bispo pelos trabalhos realizados junto aos palotinos e roga a Deus para que o ilumine neste novo ministério apostólico. Este video foi tirado de: OArcanjoNoAr
fonte: Deuscaridade (Pe. Valdeci Antonio de Almeida, SAC)
Ordenação Episcopal de D. Júlio Endi Akamine, SAC
O primeiro bispo nipo-brasileiro do país nasceu na cidade de Garça, no interior de São Paulo, e tem 48 anos.
Dom Julio toma posse como vigário episcopal da região Lapa. Ao lembrar de sua mãe Dom Julio reconheceu o apoio que recebeu dela, Teruco Oshiro Akamine, de quem recebeu muitos conselhos. “Filho, lembre-se, quanto mais você sobe na arvore, mais fino é o tronco e mais forte é o vento”, contou dom Julio.
A celebração foi acompanhada por representantes da colônia japonesa e de outras religiões orientais, além de inúmeros bispos e arcebispos, além de muitos padres, a maioria da Região Episcopal Lapa, para onde o novo bispo será designado, e padres palotinos, congregação a qual o bispo pertence
Fonte: O GLOBO
domingo, 3 de julho de 2011
Oferecimento ao coração de Jesus pelas Mãos de Maria (São Vicente Pallotti)
Jesus Cristo, sumo, universal e eterno sacerdote.
Sou indigno de estar inscrito na milícia eclesiástica, porque sou cinza e pó, um nada.
Sou mais indigno ainda por que muitas vezes pequei, resisti à vossa graça e abusei de vossa misericórdia. Mas, confortado e movido pela vossa graça – que me concedeste pela intercessão da Mãe de Misericórdia, refúgio dos pecadores e Rainha dos Apóstolos – quero corresponder ao vosso chamado divino.
E, para destruir em mim toda indignidade, ofereço ao eterno Pai os méritos do vosso sacerdócio, e vos peço que com a santidade da vossa vida destruais em mim toda minha vida passada, para que a vossa vida santíssima seja minha vida.
E assim, santificado por vós, eis-me pronto para oferecer-me todo a vós. Eis o meu coração com todos os seus afetos. Eis a minha alma com suas capacidades. Eis meu corpo com seus sentimentos. Eis todas as minhas coisas. Eu as entrego nas mãos da Mãe de Misericórdia, Maria Santíssima .
Eu me despojo de tudo, pois quero que todo o meu eu e todas as minhas coisas sejam vossas, a fim de que vós sejais todo meu para sempre e assim eu viva até a morte cheio do Espírito do vosso eterno sacerdócio.
Sou indigno de estar inscrito na milícia eclesiástica, porque sou cinza e pó, um nada.
Sou mais indigno ainda por que muitas vezes pequei, resisti à vossa graça e abusei de vossa misericórdia. Mas, confortado e movido pela vossa graça – que me concedeste pela intercessão da Mãe de Misericórdia, refúgio dos pecadores e Rainha dos Apóstolos – quero corresponder ao vosso chamado divino.
E, para destruir em mim toda indignidade, ofereço ao eterno Pai os méritos do vosso sacerdócio, e vos peço que com a santidade da vossa vida destruais em mim toda minha vida passada, para que a vossa vida santíssima seja minha vida.
E assim, santificado por vós, eis-me pronto para oferecer-me todo a vós. Eis o meu coração com todos os seus afetos. Eis a minha alma com suas capacidades. Eis meu corpo com seus sentimentos. Eis todas as minhas coisas. Eu as entrego nas mãos da Mãe de Misericórdia, Maria Santíssima .
Eu me despojo de tudo, pois quero que todo o meu eu e todas as minhas coisas sejam vossas, a fim de que vós sejais todo meu para sempre e assim eu viva até a morte cheio do Espírito do vosso eterno sacerdócio.
OO CC XIII, 525-526
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